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Falando sobre Homossexualidade


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Falando sobre Homossexualidade Expressões e Susceptibilidades
Em 06-03-2007.

Tenho vindo a reflectir, com muita preocupação, acerca do comportamento das pessoas, dos “media” e da sociedade em geral, sempre que é necessário abordar assuntos importantes, delicados e supostamente polémicos, tais como o problema do aborto, a homossexualidade, o regime da adopção de crianças, a religião, a imigração, a criminalidade, o terrorismo e por fim o meio ambiente e a preservação da natureza. ...

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Diz o poeta Goethe que a homossexualidade é tão antiga quanto a humanidade. Os primeiros registros históricos são datados de mais ou menos cinco séculos antes do nascimento de Cristo. Egípcios, gregos, romanos, possuem casos de homossexualidade em sua história, alguns bem famosos como o general Alexandre Magno e Platão.

Um dos registros mais antigos que se tem de uma relação homossexual é dos deuses egípcios Oros e Seti. Na mitologia Grega, podemos usar o exemplo de Laio, pai de Édipo, que teve um relacionamento homossexual com Crísipo. Quando Crísipo se suicidou por causa deste amor proibido, seu pai, tomado da dor e frustração por este relacionamento e seu final trágico, amaldiçoou Laio a ser traído e assassinado por seu filho, que viria a ser Édipo.

No Egito, como na Mesopotâmia, existiam formas institucionalizadas de homossexualidade. Entre os gregos e romanos, havia a aceitação de relações sexuais entre homens, como demonstração de poder, sem que esses deixassem de ter suas mulheres. Na sociedade ateniense, era natural que um jovem fosse possuído sexualmente por um adulto, porque seu papel na sociedade era de passividade.

Os temíveis exércitos de Tebas e de Esparta possuíam unidades formadas por pares de amantes homossexuais. Essas tropas, capazes de bravura suicida, eram estimuladas por idéias como as de Platão, que achava que um homossexual nunca abandonaria seu amante em combate e procuraria honrá-lo com feitos heróicos.

Mais atualmente, aparecem registros da homossexualidade feminina. Ela esteve na moda em vários períodos no Japão, do século XI ao XIX e na China Imperial, como no século XI. Chegou a ser institucionalizada entre os maias no século XV.

Não é fácil contar a história da homossexualidade, pois ela esteve sempre nos bastidores da história oficial. O que se pretende é mostrar que a humanidade é bastante contraditória quando se trata de um assunto que caminhou com ela, mas que ficou relegado a um segundo plano.

Contraditória, porque ao longo do tempo foi criando barreiras para a aceitação do homossexual. Em algumas religiões culturas religiosas, ela é vista como uma aberração, um pecado, uma falta de caráter; já em outras, está sendo aceita. De modo geral, a religião católica só tolera como única opção correta para o homossexual a castidade absoluta. Em seitas protestantes as posições variam. Para os metodistas e presbiterianos atos homossexuais são incompatíveis com o ensinamento cristão. Já na Igreja Episcopal há tanta tolerância que em 1977 uma lésbica foi ordenada nos Estados Unidos.

Também na vida jurídica como um todo há contradições. O casamento homossexual ainda não é aceito na grande maioria dos países, nem mesmo a união estável, mas sabe-se que formas institucionalizadas de homossexualidade têm existido entre índios da América do Norte, tribos africanas da Oceania e da Sibéria.

A ciência até pouco tempo considerava o homossexualismo como uma doença. Hoje nem tanto, mas ainda é vista por alguns teóricos como um transtorno, apesar de não existirem explicações nem biológicas nem psicológicas que comprovem isso em sua totalidade. Homossexuais podem ser tão saudáveis, inteligentes e bem-sucedidos como os heterossexuais.

Existem dados que mostram que cerca de 10% da população mundial é composta por homossexuais, e também de que é esta classe que sofre o maior grau de preconceito. Assim como os negros, pobres e até mulheres ainda, eles são considerados à parte da sociedade.

Este artigo não teve o propósito de defender o homossexualismo nem de expurgá-lo. Ele serve como um dado a mais para podermos pensar a sociedade moderna e a sexualidade moderna. É uma forma de sexualidade como o heterossexualismo, com a diferença de ter como parceiro alguém do mesmo sexo. Não é uma forma de perversão, é uma forma de amar que, é sabido, está se tornando cada vez mais comum, não porque está aumentando em números, mas por que cada vez mais as pessoas estão conseguindo assumir o que querem de verdade.

Anne Griza
Sexologa


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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