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Cunilíngua - O que É, Como se Faz, Para que Serve e Porque todo mundo Prefere Dizê-lo em Latim

Ora, vocês deveriam saber: cunilíngua e cu são termos que, entre si, não possuem a menor relação. Há apenas uma proximidade entre o objeto direto e o indireto. Se é que vocês me entendem. Cunilíngua, sob o aspecto etimológico, é coisa que se dá mais com cona. Isso, cona. Cona é um jeito de falar cone de modo que as pessoas entendam logo que se trata de uma bonita xoxota. Porque, antes das tentativas mais ou menos esquisitas de estilização, coisa mais ou menos contemporânea, os montes de vênus do mundo civilizado desenvolviam-se de forma a lembrar, mui vagamente, um cone. Desses da CET, só que em duas dimensões e de ponta cabeça. Sem as faixas brancas e laranjas e com muito pelos. E língua é de língua mesmo. Vai ser culto assim no inferno, hein, moçada? Além de tudo, falo a língua dos jovens, entende? Será que vocês entendem? Te cuida, Jairo Boier. É assim que se escreve?

Segundo o bom e velho Caldas Aulete (não, não existe um doce chamado caldas ao leite), o bom e velho cunilíngua não é mais do que “um desregramento sexual em que o espasmo da mulher se obtém pela sucção ou fricção da língua no clitóris”. A pergunta que não quer calar é se o redator do verbete, a fim de obter uma definição precisa da coisa (mediante um processo empírico qualquer), não caiu na tentação de utilizar um pouco de caldas. O que se percebe é que, afinal de contas, o amigo deve ter derramado um tanto de leite. Não é o caso de se chorar por isso. Tenho certeza de que vocês me entendem.

O bom da definição vernacular (gostaram, macacada?) é que ela diz muita verdade a respeito do assunto: os espasmos o doutor aqui garante. Se eles vão resultar naquilo que a revista Nova chama de êxtase, eu não sei. É que, antigamente, qualquer espasmo passava por uma boa gozada. Hoje em dia, pode significar que a moça tomou muito ecstasy (não o da revista Nova, e sim aquele da revista Trip) e que isso vai lhe causar um montão de problemas. Cuidado: essa gente vomita.

Bom, o caso é que as pesquisas dizem que a mulherada curte um cunnilingus (não, não vou dispensar o latim que não tenho) mais do que os porcos apreciam lavagem. Isso quer dizer que os homens andam mal de pica e as mulheres, mal de coxa. É, mal de coxa. As 747 de todos os números preferem um inter-femural a um previsível VAT69. Aprendi isso quando era adolescente, lendo a Rosely Grande Saia. Acho que é isso.

O caso é o seguinte: se elas curtem a coisa, aprenda-a. Vamos às dicas:

1. Mantenha a língua tão firme quanto, no mínimo, um dedo poderia manter-se. Caso contrário, você não vai provocar o efeito desejado. Uma ex-namorada muito piranha que eu tive me ensinou isso. Ela sempre tinha razão;

2. Não se concentre no grelo como se ele fosse todo o aparelho. Tudo entre o períneo e o umbigo é território inimigo. A retaguarda também é território inimigo. O grelo é apenas um Quinta-Coluna, boa gente, durão, ininteligível e escorregadio. Como o Mangabeira Unger (é assim que se escreve?);

3. O nome Mangabeira, seja lá qual for o assunto, cabe sempre neste tipo de texto;

4. Unger também;

5. Deixe crescer um cavanhaque, se a vítima for limpinha. Seja sujo depois do ataque e não lave o cavanhaque enquanto o olor resistir. Ao tratar o material, use o cavanhaque a torto e a direito. Ele é áspero e, ao mesmo tempo, é fofo. Isso é bom. Bucetinhas gostam de sensações contraditórias (esta aprendi com Stálin, quando estivemos no Vietnã; o curioso é que ele nunca deixou o cavanhaque, o que prova que ele não era um verdadeiro seguidor do camarada Lênin);


Bom, mais claro impossível. E a turma prefere cunnlingus a cunilíngua porque a língua latina é mais respeitável (apenas as más línguas a reputam morta) e porque os romanos eram muito sábios. Cunnilingus, assim em latim, causa logo aquela sensação de que se está falando em cu e tudo fica mais misterioso. Se vocês acompanhassem aquele seriado que passa de domingo à noite, Roma, vocês não seriam tão ignorantes e me entenderiam melhor.

O importante é a gente não ficar escondendo conhecimento. Tem é que botar a boca no mundo. Se é que vocês me entendem.


Dr. Evair Palmeira

www.leveiumpenabunda.com.br


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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